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Fazenda com mina de OURO

  • Cidade: Marília
  • Postado: 7 de setembro de 2018 14:21
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  • Preço:

Descrição

Apresentação:
A área localiza-se na porção norte do estado de Mato Grosso, aproximadamente 650 km da Capital Cuiabá.

TRABALHOS DE PESQUISA REALIZADOS

Os trabalhos até então realizados, são apresentados na seguinte seqüência:
– Revisão bibliográfica abordando diversos trabalhos já realizados até o presente, incluindo dados inéditos ainda não publicados por alguns pesquisadores. Esta etapa merece constante revisão, tendo em vista a dinâmica dos trabalhos de pesquisa mineral e publicações sobre o ouro na Região Norte de Mato Grosso;

– Fotointerpretação e análise de imagens de satélite;

– Após a confecção das cartas temáticas preliminares obtidas durante a fotointerpretação iniciou-se o trabalho de geologia na área, o qual foi realizado através de caminhamentos na direção aproximada N-S, ou seja perpendicularmente a estruturação das rochas locais; e ao longo das principais drenagens. Os dados obtidos contribuíram muito para a elaboração do mapa geológico da área.

– Após, a descrição detalhada da geologia local, sintetizada sob a forma de mapas e perfis em escala 1:25.000, foram coletadas amostras de rochas e, as quais foram enviadas para análises químicas quantitativas para ouro. Cabe ressaltar que todos os trabalhos foram executados respeitando o limite da área de preservação permanente exigido pela legislação ambiental vigente em nosso estado.

– Na foram realizados furos de sondagem preliminar, cujas amostras retiradas foram encaminhadas para analise, e são descritos em perfis.

Os métodos adotados para cada fase da pesquisa serão descritos abaixo de forma sucinta e posteriormente descrito o resultado obtido.

Levantamento Bibliográfico
O início da pesquisa foi feito a partir do levantamento bibliográfico abrangendo todas as publicações a respeito da geologia regional e local da área do requerimento. A partir daí, todos os tópicos mais importantes foram anotados e interpretados visando inserir a área de pesquisa no contexto da geologia regional.

Fotointerpretação
Paralelamente ao levantamento bibliográfico foram elaborados mapas preliminares a partir da fotointerpretação utilizando fotos da USAF na escala 1:60.000. Além das fotos aéreas, foram feitas interpretações de imagens de satélites atualizadas e georreferenciadas.

Mapeamento Geológico
O mapeamento geológico foi feito com auxílio dos trabalhos prévios de fotointerpretação e através de caminhamento em picadas, estradas, trilhas, rios, córregos, e qualquer outra via que desse acesso ao interior da área, marcando-se os pontos com GPS para amarração topográfica e descrevendo-se afloramentos e feições de importância no auxílio à compreensão da geologia local.
Os caminhamentos no campo foram feitos ao longo de perfis (sem picadas) de comprimento variável atingindo até 1.000 m em alguns casos. Todos os perfis foram realizados no rumo aproximado N/S, distando-se aproximadamente 500 m um de outro. Por vezes esta regularidade não pode ser mantida, devido a obstáculos naturais. Nestes caminhamentos foram coletados dados estruturais e, nos afloramentos, foram coletados amostras para análises químicas. Algumas destas amostras foram enviadas para laboratório Geosol, e outras foram analisadas no laboratório Agroanálise, que são parte integrante deste relatório parcial. A partir do melhor conhecimento da geologia obtida nos perfis foi possível mapear os contatos e definir as estruturas de interesse.
Em alguns pontos onde não haviam afloramentos foram utilizados como critérios no mapeamento das rochas, a tipologia dos solos e da vegetação, os quais mostram características próprias e distintas dependendo do litótipo em sub-superfície nesta região.
Na área engloba a geologia de duas unidades o Grupo Colider, e Suíte Intrusiva Matupá – Fáceis 2.
As rochas do Grupo Colider foram datadas em 1781 Ma pelo método Pb/Pb, e são representadas na área por microgranitos, granófiros e localmente brechas vulcânicas e tufos. A textura observada é geralmente afanitica a faneritica, e em alguns locais apresenta-se porfirítica, sendo a coloração transacionando entre rósea, pela presença de K Feldspatos chegando até ao tom avermelhado. A Suíte intrusiva Matupá é descrita com idade entre 1872 Ma Pb/Pb, sua litologia é representada por biotita granitos e monzogranitos, a textura é faneritica, apresentando granitos porfiríticos localmente.
Os perfis geológicos permitiram a coleta de 25 amostras na área, sendo que três destas amostras foram remetidas ao laboratório Geosol, para comparação de dados, e seus dados serão apresentados no relatório final de pesquisa, juntamente com as amostras que serão coletadas na segunda fase da pesquisa. As outras 22 amostras foram analisadas pelo laboratório Agro Análise em Cuiabá, apresentando variações de teores entre 14g/t a 0.10 g/t.

GEOLOGIA LOCAL

A área está contida dentro do domínio das rochas vulcânicas do Grupo Colider Suíte Intrusiva Matupá fácies 2 .
As rochas do Grupo Colider na área da pesquisa são representadas por microgranitos, granófiros e localmente brechas vulcânicas e tufos. A textura observada é geralmente afanitica a faneritica, e em alguns locais apresenta-se porfirítica, sendo a coloração transacionando entre rósea, pela presença de K Feldspatos chegando até ao tom avermelhado.
As rochas da Suíte intrusiva Matupá localmente é representada pelas rochas pertencentes a Fácies 2 de .Moreton & Martins (2003). Estas rochas são constituídas por horblenda monzogranito,biotita-horblenda monzodiorito, Apresenta mineralização de ouro em veios de quartzo sulfetados
As mineralizações de ouro presentes nas rochas das duas unidades estão subordinadas a tectônica regional gerando famílias de fraturamentos de direção preferencial N5-30W, onde estão hospedados os veios de quartzo mineralizados em ouro e galena.

CONSIDERAÇOES FINAIS

As observações das rochas aflorantes na superfície e em cavas de garimpos existentes na área, e em seus arredores permitem concluir que na área do referido processo afloram granitóides com importantes estruturas portadoras de veios de quartzo mineralizados a ouro.
Predominam os veios de quartzo com espessuras bastante variáveis, de centimétricos até veios mais espessos que chegam a alcançar 4,5 metros. A paragênese é complexa, sendo comum o ouro estar associado a pirita, calcopirita, pirrotita, e mais raramente com galena e esfalerita.
As informações disponíveis sobre os depósitos de ouro da região norte do Estado de mato Grosso, mostram bastante similaridades entre as ocorrências, com certas variações relacionadas ao tipo de encaixante, ou variações na orientação das estruturas e dos veios, na maioria das vezes apresentando uma foliação que varia de incipiente a bem desenvolvida. Os granitos no geral apresentam-se hidrotermalmente alterados nas zonas próximas aos veios mineralizados, sendo comum o desenvolvimento de epidotização, potassificação e seritização gerados por processos hidrotermais, conferindo uma coloração esverdeado para tais granitos.
Cabe ressaltar que a existência de ouro nos depósitos da área já foi confirmada pela atividade garimpeira que atuou por vários anos no local. Também confirmaram a presença deste metal, os trabalhos de pesquisa que foram desenvolvidos na área, destacando-se entre eles as análises químicas que foram realizadas em amostras retiradas de afloramentos e de cavas garimpeiras, bem como de amostras de testemunhos de sondagem

Ouro/Norte de Mato Grosso, Brasil

1. Introdução

O deposito aurífero foi visitado nos dias 17 e 18 de abril de 2009.
O depósitos de ouro correspondente a veios sub-verticais espalhados por toda a extensão da fazenda foi trabalhado no período de 1997 a 2004.

2. Infraestrutura

A região goza de excelente infraestrutura. Energia Tri-Fásica é disponível na sede da Fazenda. Vários rios de médio porte cortam a região.

3. Meio Ambiente

A área aonde ocorrem os veio de quartzo já foi desmatada para pecuária. Existem áreas adjacentes que pertencem a fazendeiros vizinhos no qual os veios tem continuidade.

O período de chuvas é no verão com seca tênue no inverno. A área desenvolve pecuária de médio porte e agricultura limitada ao solo de granitos.

Os garimpos da região foram erradicados pela Polícia Federal e Ibama.

4. Geologia Local e Mineralização

A mineralização de é conhecida a mais de 20 anos. O ouro é de característica venulada cortando granitos Proterozóicos de granulação media, além dos 14 veios investigados e lavrados no passado, observou-se concentração de vênulas milimétricas (frisos) tipo stockwork.

Veios visitados:

Veio 38 – Formado por dois veios convergentes .Desenvolvido a céu aberto até a profundidade máxima de 31m vertical. O veio chega a ter 8m de largura contendo cerca de 9-10g/t ouro recuperável.

Veio 98 – Veio estreito mas rico, atingindo 0.5m de largura e 12g/t ouro recuperável. Foi desenvolvido a céu aberto até 15m de profundidade.

Veio estreito e rico , atingindo 1.5m de largura desenvolvido até 25m de profundidade.

Veio 44 – Veio rico e extenso, talvez o principal, chegando a 4.5m de largura e desenvolvido até a profundidade de 22m a céu aberto. O lado leste termina em minério bem sulfetado.

Veio 22 – Veio estreito com 0.5m de largura e teor de 6g/t ouro recuperável. Desenvolvido até uns 15m de profundidade.

Veio – Veio rico em sulfetos mas estreito com 30 cm de largura carregando até 6g/t ouro recuperável.

– Veio rico com 0.8m de largura e desenvolvido até 15m de profundidade. Inclinação alta para leste

Veio – Imediatamente ao norte e paralelo ao veio do Guincho. Atingiu 1.5m de largura e tem queda para oeste.

Veio– Atingiu cerca de 2.5m de largura carregando 5g/t de ouro recuperável. A mina a céu aberto desceu ate 25m de profundidade e um shaft até 36m de profundidade.

Veio 20 – Atingiu 1m de largura com pit de 20m de profundidade, veio rico cerca de 20g/t de ouro recuperável. Existem dois veios subparalelos e cerca de metros de distancia. Host rock granitos vermelho com muito pouco sulfeto.

Veio– Atingiu 8 metros de profundidade num pit estreito. Veio estreito com cerca de 40cm.

Trabalhos Anteriores

A área foi lavrada no período de 1997 a 2004. Durante este período ouve invasão garimpeira de cerca de 1200 garimpeiros que foi erradicada por ação da Polícia Federal e Ibama.

ESTUDO PRÉVIO DE CUBAGEM

1. INTRODUÇÃO

Conforme requisitado a nossa empresa, estamos encaminhando RELATÓRIO TÉCNICO PARA CUBAGEM PRÉVIA DE JAZIDA DE OURO. A localiza-se na porção norte do estado de Mato Grosso.

O Processo conta com uma 2.037,14 hectares, cujo alvará de pesquisa foi publicado no Diário Oficial da União.

2. OBJETIVO

O objetivo principal do projeto é a determinação prévia do Ouro (Au) contido nos filões e travessões existentes nas áreas de direitos.

3. CUBAGEM PREVIA DA JAZIDA ATRAVES DOS FILOES E TRAVESSOES

A área já possui 13 (treze) cavas abertas em cima de filões e travessões previamente estudados por nossa, além de furos de sondagem em local especialmente selecionado. Todos estes veios foram estudados e sistematicamente amostrados em diversos pontos com o fim de obter-se uma detalhada visualização das áreas mineralizadas, nos fornecendo assim, dados consistentes sobre a quantidade de ouro contido ao longo das áreas estudadas. .
Através da analise das cavas e shafts abertos , a seguinte base de cálculo foi utilizada para a cubagem da jazida e como exemplo vamos descrever os cálculos realizados na Cava-1.
Na Cava-1 estimou-se que o veio tenha continuidade por 1.170 metros e atinja uma profundidade de 100 metros, com média de 6,8 metros de material processável (filão + halo) isto nos dará um total de 795.600 m³. Sabemos, que na medida que a frente de lavra vai sendo aprofundada a concentração do material contido nos filões e travessões chega em alguns casos a 15,0 ppm.
A média da concentração de Ouro tanto no veio como na encaixante na Cava-1 é de 7,4 ppm, considerando que a densidade média do material (ROM) fica entre 1,9 ton/m³ e 2,1 ton/m³, tomamos o valor inferior para efeito dos cálculos, com isto teremos 795.600 m³ x 1.9 ton/m³ = 1.511.640 ton de ROM processável que multiplicado pelo teor médio de 7.4 ppm obtem-se 11.186,14 Kg com teor médio de 97%. Todos os outros veios tiveram o mesmo critério de avaliação e com base nos resultados, apresentamos a Tabela abaixo:
BASE DE CÁLCULO DE Au CONTIDO NOS VEIOS E TRAVESSÕES

CAVA PROF.
(m) COMP.
(m) ESPESSURA DO FILÃO/TRAVESSÃO + HALO (m) MATERIAL PROCESSÁVEL (ton) PPM (médio) AU
(Kg)
Cava 1 100 1170 6,8 1511640 7,4 11.186,14
Cava 2 100 1250 4,6 1092500 8,2 8.958,50
Cava 3 120 1000 4,5 1026000 7,3 7.489,80
Cava 4 110 1250 6,4 1672000 6,2 10,366,40
Cava 5 100 1220 5,8 1344440 5,1 6.856,64
Cava 6 90 1000 5,5 940500 4,8 4.514,40
Cava 7 100 1100 5,2 1086800 6,0 6.520,80
Cava 8 100 930 5,8 1024860 6,3 6.456,62
Cava 9 90 1260 5,1 1098846 6,6 7.252,38
Cava 10 110 1130 5,0 1180850 5,8 6.848,93
Cava 11 120 1280 6,0 1751040 8,3 14.533,63
Cava 12 100 1120 6,3 1340640 14,0 18.768,96
Cava 13 80 1070 4,2 683088 11,6 7.923.82
TOTAL 117.677,02

Com bases nessas informações podemos inferir uma cubagem de aproximadamente 117,68 (cento e dezessete ponto sessenta e oito) TONELADAS DE OURO, com teor médio entre 95 % (noventa e cinco) e 97% (noventa e sete) de pureza.

ESTUDO PRÉVIO DE CUBAGEM

1. INTRODUÇÃO

Conforme requisitado a nossa empresa, estamos encaminhando RELATÓRIO TÉCNICO PARA CUBAGEM PRÉVIA DE JAZIDA DE OURO. A localiza-se na porção norte do estado de Mato Grosso.

O Processo conta com uma 2.037,14 hectares, cujo alvará de pesquisa foi publicado no Diário Oficial da União.

2. OBJETIVO

O objetivo principal do projeto é a determinação prévia do Ouro (Au) contido nos filões e travessões existentes nas áreas de direitos.

3. CUBAGEM PREVIA DA JAZIDA ATRAVES DOS FILOES E TRAVESSOES

A área já possui 13 (treze) cavas abertas em cima de filões e travessões previamente estudados por nossa, além de furos de sondagem em local especialmente selecionado. Todos estes veios foram estudados e sistematicamente amostrados em diversos pontos com o fim de obter-se uma detalhada visualização das áreas mineralizadas, nos fornecendo assim, dados consistentes sobre a quantidade de ouro contido ao longo das áreas estudadas. .
Através da analise das cavas e shafts abertos , a seguinte base de cálculo foi utilizada para a cubagem da jazida e como exemplo vamos descrever os cálculos realizados na Cava-1.
Na Cava-1 estimou-se que o veio tenha continuidade por 1.170 metros e atinja uma profundidade de 100 metros, com média de 6,8 metros de material processável (filão + halo) isto nos dará um total de 795.600 m³. Sabemos, que na medida que a frente de lavra vai sendo aprofundada a concentração do material contido nos filões e travessões chega em alguns casos a 15,0 ppm.
A média da concentração de Ouro tanto no veio como na encaixante na Cava-1 é de 7,4 ppm, considerando que a densidade média do material (ROM) fica entre 1,9 ton/m³ e 2,1 ton/m³, tomamos o valor inferior para efeito dos cálculos, com isto teremos 795.600 m³ x 1.9 ton/m³ = 1.511.640 ton de ROM processável que multiplicado pelo teor médio de 7.4 ppm obtem-se 11.186,14 Kg com teor médio de 97%. Todos os outros veios tiveram o mesmo critério de avaliação e com base nos resultados, apresentamos a Tabela abaixo:
BASE DE CÁLCULO DE Au CONTIDO NOS VEIOS E TRAVESSÕES

CAVA PROF.
(m) COMP.
(m) ESPESSURA DO FILÃO/TRAVESSÃO + HALO (m) MATERIAL PROCESSÁVEL (ton) PPM (médio) AU
(Kg)
Cava 1 100 1170 6,8 1511640 7,4 11.186,14
Cava 2 100 1250 4,6 1092500 8,2 8.958,50
Cava 3 120 1000 4,5 1026000 7,3 7.489,80
Cava 4 110 1250 6,4 1672000 6,2 10,366,40
Cava 5 100 1220 5,8 1344440 5,1 6.856,64
Cava 6 90 1000 5,5 940500 4,8 4.514,40
Cava 7 100 1100 5,2 1086800 6,0 6.520,80
Cava 8 100 930 5,8 1024860 6,3 6.456,62
Cava 9 90 1260 5,1 1098846 6,6 7.252,38
Cava 10 110 1130 5,0 1180850 5,8 6.848,93
Cava 11 120 1280 6,0 1751040 8,3 14.533,63
Cava 12 100 1120 6,3 1340640 14,0 18.768,96
Cava 13 80 1070 4,2 683088 11,6 7.923.82
TOTAL 117.677,02

Com bases nessas informações podemos inferir uma cubagem de aproximadamente 117,68 (cento e dezessete ponto sessenta e oito) TONELADAS DE OURO, com teor médio entre 95 % (noventa e cinco) e 97% (noventa e sete) de pureza.
ESTUDO PRÉVIO DE CUBAGEM

1. INTRODUÇÃO

Conforme requisitado a nossa empresa, estamos encaminhando RELATÓRIO TÉCNICO PARA CUBAGEM PRÉVIA DE JAZIDA DE OURO. A localiza-se na porção norte do estado de Mato Grosso.

O Processo conta com uma 2.037,14 hectares, cujo alvará de pesquisa foi publicado no Diário Oficial da União.

2. OBJETIVO

O objetivo principal do projeto é a determinação prévia do Ouro (Au) contido nos filões e travessões existentes nas áreas de direitos.

3. CUBAGEM PREVIA DA JAZIDA ATRAVES DOS FILOES E TRAVESSOES

A área já possui 13 (treze) cavas abertas em cima de filões e travessões previamente estudados por nossa, além de furos de sondagem em local especialmente selecionado. Todos estes veios foram estudados e sistematicamente amostrados em diversos pontos com o fim de obter-se uma detalhada visualização das áreas mineralizadas, nos fornecendo assim, dados consistentes sobre a quantidade de ouro contido ao longo das áreas estudadas. .
Através da analise das cavas e shafts abertos , a seguinte base de cálculo foi utilizada para a cubagem da jazida e como exemplo vamos descrever os cálculos realizados na Cava-1.
Na Cava-1 estimou-se que o veio tenha continuidade por 1.170 metros e atinja uma profundidade de 100 metros, com média de 6,8 metros de material processável (filão + halo) isto nos dará um total de 795.600 m³. Sabemos, que na medida que a frente de lavra vai sendo aprofundada a concentração do material contido nos filões e travessões chega em alguns casos a 15,0 ppm.
A média da concentração de Ouro tanto no veio como na encaixante na Cava-1 é de 7,4 ppm, considerando que a densidade média do material (ROM) fica entre 1,9 ton/m³ e 2,1 ton/m³, tomamos o valor inferior para efeito dos cálculos, com isto teremos 795.600 m³ x 1.9 ton/m³ = 1.511.640 ton de ROM processável que multiplicado pelo teor médio de 7.4 ppm obtem-se 11.186,14 Kg com teor médio de 97%. Todos os outros veios tiveram o mesmo critério de avaliação e com base nos resultados, apresentamos a Tabela abaixo:
BASE DE CÁLCULO DE Au CONTIDO NOS VEIOS E TRAVESSÕES

CAVA PROF.
(m) COMP.
(m) ESPESSURA DO FILÃO/TRAVESSÃO + HALO (m) MATERIAL PROCESSÁVEL (ton) PPM (médio) AU
(Kg)
Cava 1 100 1170 6,8 1511640 7,4 11.186,14
Cava 2 100 1250 4,6 1092500 8,2 8.958,50
Cava 3 120 1000 4,5 1026000 7,3 7.489,80
Cava 4 110 1250 6,4 1672000 6,2 10,366,40
Cava 5 100 1220 5,8 1344440 5,1 6.856,64
Cava 6 90 1000 5,5 940500 4,8 4.514,40
Cava 7 100 1100 5,2 1086800 6,0 6.520,80
Cava 8 100 930 5,8 1024860 6,3 6.456,62
Cava 9 90 1260 5,1 1098846 6,6 7.252,38
Cava 10 110 1130 5,0 1180850 5,8 6.848,93
Cava 11 120 1280 6,0 1751040 8,3 14.533,63
Cava 12 100 1120 6,3 1340640 14,0 18.768,96
Cava 13 80 1070 4,2 683088 11,6 7.923.82
TOTAL 117.677,02

Com bases nessas informações podemos inferir uma cubagem de aproximadamente 117,68 (cento e dezessete ponto sessenta e oito) TONELADAS DE OURO, com teor médio entre 95 % (noventa e cinco) e 97% (noventa e sete) de pureza.

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